Soja tem negócios limitados no Brasil e mantém preço de R$ 147 em Rondonópolis
Mercado físico registra baixa liquidez, enquanto contratos da oleaginosa encerram sessão com leve valorização na Bolsa de Chicago
O mercado brasileiro de soja encerrou esta quarta-feira (16) com poucas negociações e baixa liquidez. Os negócios permaneceram concentrados em necessidades imediatas, enquanto produtores acompanham as condições climáticas e a janela de plantio da nova safra.
Em Mato Grosso, a saca permaneceu cotada a R$ 147 em Rondonópolis. O mesmo valor foi registrado em Dourados (MS), enquanto Rio Verde (GO) ficou em R$ 148. Nos portos, Paranaguá (PR) recuou de R$ 163 para R$ 162,50 e Rio Grande (RS) permaneceu em R$ 163.
No Sul do país, Passo Fundo (RS) passou de R$ 155 para R$ 154, Santa Rosa (RS) recuou de R$ 156 para R$ 155 e Cascavel (PR) caiu de R$ 152 para R$ 151,50. O cenário foi marcado por preços físicos praticamente estáveis e movimentação restrita.
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja terminaram o dia com leve valorização, apesar da volatilidade durante a sessão. O vencimento novembro de 2026 avançou 0,13%, para US$ 13,20 por bushel, enquanto janeiro de 2027 subiu 0,14%, para US$ 13,37¼ por bushel.
Entre os fatores que influenciaram o mercado internacional estão o avanço da colheita nos Estados Unidos e o ritmo das compras chinesas. Por outro lado, expectativas de novas aquisições pela China contribuíram para sustentar as cotações no fechamento.
Nos derivados, o farelo de soja para dezembro de 2026 encerrou cotado a US$ 365,60 por tonelada, com avanço de 0,20%. O óleo de soja para o mesmo vencimento caiu 0,96%, terminando a sessão a 69,67 centavos de dólar por libra-peso.
